Desculpem a demora, eu andei bem envergonhada de postar aqui.
Eu tenho comido horrores, tô em semana de exames por aqui e isso tem me deixado bem nervosa, devo ter comido umas 1000 calorias por dia, cara.
Enfim, nisso tudo eu me sinto pelada mesmo quando coloco roupas porque a banha transborda igual. Ou seja, auto-confiança: 0.
Mas sério, eu tô tranquila. Não vou fazer o drama maldito que vivem fazendo, ficar triste e nervosa sobre isso só vai me deixar pior ainda e como resultado eu vou acabar comendo mais e mais. Certo? Certo. Então eu prefiro ficar tranquila, e para ficar tranquila a melhor coisa que tem para mim é tomar um banho beeeem demorado. Recomendo. (Y)
Bom, semana que vem terminam todas as provas, finalmente. Porém desde ante-ontem eu já estou me controlando. Ainda me sinto um mamute de gorda, assim que eu me sentir um pouco mais leve vou reto me pesar e conto para vocês.
E sobre a depressão... Bom, eu tô melhor. Às vezes uma frase random que alguém diz me abre os olhos e faz eu ver tudo com tamanha clareza, e foi o que aconteceu ontem enquanto eu conversava com um amigo.
Estávamos conversando sobre o fato de que eu tenho mais amigos homens porque eu acho que homens são muito mais estáveis emocionalmente do que mulheres, são mais lógicos. Não é verdade? (Isso não quer dizer que eu não ame as minhas amigas mulheres, que são irmãs para mim, assim como vocês vêm se tornando).
E nisso que estávamos falando, eu lembrei do fato de que recentemente eu perdi o bem mais precioso que eu tinha - o meu melhor amigo. Éramos amigos desde quando eu tinha 9 anos, ele tinha 12 na época e ele sempre foi um irmão para mim. Antes que vocês pensem algo, não, ele não morreu. Fortunadamente, não. Mas nós nos perdemos, nos distanciamos, mas ainda assim hoje em dia se me perguntam quem são as pessoas que mais contam na minha vida, ainda é o nome dele o primeiro que surge nos meus pensamentos.
Enfim, tendo em mente que eu o perdi, eu me toquei que sem ele não há mais muito que me ligue ao Brasil. Eu não preciso do Brasil para viver, e mesmo que o meu maior desejo seja voltar, eu tenho ótimos amigos aqui. Vivem uma vida água-com-açúcar que eu não sou acostumada, mas são grandes amigos.
Foi libertador, é como se eu tivesse sido finalmente concedida o direito de viver aqui pelos próximos dois anos sem receio. Enfim, estou bem, apesar de tudo. Muito bem.
Obrigada pelo apoio, gurias. Ver o blog hoje e os comentários da Lia e da Anna realmente me ajudaram, obrigada de coração!
